
Autor: Oscar Wilde
Ano: 1889
Editora: Quasi 2008
Páginas: 94
Género: Ficção
Tradutor: André Pinto
Nota: 7 / 10
[SINOPSE]
[OPINIÃO]
Mais um pequeno livro, lido de rajada, do qual gostei bastante que é sem dúvida uma grande narrativa.
O livro fala-nos de dois amigos, a um dos quais foi passada, tragicamente, a suposição de que, o livro de sonetos de Shakespeare, não foi dirigido, como na altura se pensava, a uma pessoa da realeza, mas sim a um actor, jovem e belo, de cabelos claros, da companhia de Shakespeare, pelo qual, o dramaturgo, sentia algo mais que admiração.
A partir de aí vai-se desenrolando uma narrativa, fortemente incrustada, com os sonetos do génio de Shakespeare, onde se desenvolvem suspeitas e se alicerçam hipóteses de que o livro terá sido mesmo escrito para um jovem rapaz, actor.
O livro é pequeno, mas lança teorias de conspiração e levanta sérias dúvidas sobre a autenticidade de algo que é unanimemente aceite, tendo que ser levado em conta, como uma óptima narrativa de ficção.
A temática, deste fantástico livro, vai de encontro, ao que hoje em dia tanto vende e sobre o qual tantos autores têm escrito e explorado.
Bom livro, um daqueles clássicos, que por ser tão pequeno, é quase impossível deixar de ler.
