domingo, 28 de dezembro de 2008

[JOGO] - PRINCE OF PERSIA THE TWO THRONES






Finalmente, e depois de algum tempo arredado dos jogos, eis que consegui finalmente acabar o Prince of Persia The Two Thrones. Até à data, já acabei todos os jogos desta saga que saíram até ao momento. Acabei três em pc, e agora, mais três em PS2.

Saiu recentemente para PS3, a continuação da saga, sendo este último prince of persia diferente em muitas coisas dos seus antecessores. Agora não sei quando poderei pegar na continuação do meu jogo de eleição de todos os tempos.

Resta dizer que este jogo de aventura e plataformas, foi inicialmente criado por Jordan Mechner em 1989, tendo sido depois de mais duas sequelas, entregue ao monstro UBISOFT, que tanto fez por este fabuloso jogo.

  1. Prince of Persia - 1989
  2. Prince of Persia 2 The shadoe and the flame - 1994
  3. Prince of Persia 3D - 1999
  4. Prince of Persia: The sands of time - 2003
  5. Prince of Persia: The warrior within - 2004
  6. Prince of Persia: The two thrones - 2005
  7. Prince of Persia (PC;PS3) - 2008

[LIVRO] - O ASSASSINATO DE ROGER ACKROYD - AGATHA CHRISTIE


[SINOPSE]

Na sossegada vila britânica de Kings About, o passatempo é a coscuvilhice (mexerico). Muito frequentemente, discutem a vida de Roger Ackroyd, um homem considerado um "fidalgo rural". Esse grupo de coscuvelhice é liderado por uma senhora inglesa de meia idade, Caroline Sheepard, irmã do prestigiado doutor Sheepard. Recentemente, o grupo da má língua andava a especular sobre o relacionamento da então viúva Miss Ferrars e de Mr. Ackroyd. As coscuvilhices não param, embora miss Ferrars se tenha suicidado. Ackroyd, no meio da confusão, pede a Sheepard para jantar com ele, e revela que Miss Ferrars matara o marido e andara a ser chantageada. Ackroyd recebe uma carta que devia ler mais tarde (onde saberia quem era o chantagista), mas não pôde, pois aconteceu um assasinato que ele não poderia investigar: o seu próprio. Por pura coincidência, Poirot está a descansar na vila, a plantar abóboras. Com a ajuda do Doutor Sheepard, Poirot passa a investigar o crime, qualificado de bizarro, visto que Akroyd fora morto com a sua própria adaga no seu escritório. A investigação é tortuosa e Poirot concebe que cada um tem uma mão no assunto. No entanto, no final Poirot encontra no menos provável suspeito o verdadeiro autor do crime.

[RESUMO]

Mais um bom livro de Agatha Christie. O quarto que leio nos últimos tempos.

A meio do livro, pensei que este, era o pior dos quatro que tinha lido até à data, mas com o espectacular final e com um desenlace de que não estava nada à espera, foi mais um muito bom livro da rainha do policial, apenas atrás, das dez figuras negras, o livro mais lido de todos os da autora, e sem dúvida, o mais aclamado.

Muita da minha relutância relativamente a este livro tem a ver, com o narrador, que é um dos personagens do livro, e não Hercule Poirot, que nos vai descrevendo os acontecimentos do seu ponto de vista, que algumas vezes não coincidem com o que vai fazendo o detective.

Mesmo assim mais um bom livro lido em 2008

[EST]

  • Título original: The murder of Roger Ackroyd
  • Autor: Agatha Christie
  • Editora: William Collins and sons 1926
  • Páginas: 239
  • Género: Policial
  • 4 /5

[LIVRO] - GOOR: A CRÓNICA DE FEAGLAR VOL 2 - PEDRO VENTURA



[SINOPSE]

Relata as aventuras de um rei e de seus companheiros durante o período da guerra dos Sete Reinos. Trata-se de uma fantástica aventura que os levará aos limites das suas capacidades e aos confins do mundo conhecido, enfrentado inúmeros perigos e a herança de um nebuloso passado que foi propositadamente apagado da memória de todos os povos. O jovem idealista rei, referido pelas antigas profecias como o Escolhido, terá de superar as suas próprias fraquezas e duvidas, contrariar um destino sinistro e uma complexa teia de mentiras, urdida desde tempos imemoriais.

[RESUMO]

Já há algum tempo que acabei de ler este livro, mas devido a este mês ser Dezembro, e ser um mês repleto de trabalho, não tenho tido tempo de escrever no blog.

No presente, já estou a acabar o livro, o assassinato de Roger Ackroyd de Agatha Christie.

Quanto ao segundo livro de Goor, continuei muito impressionado pela capa e pela escolha de cores e da moldura da sinopse, muito bom mesmo. Por vezes, com simples bom gosto é possível enriquecer um livro sem gastar muito dinheiro e sem que o leitor pague mais por algo que pode ser simples mas bem conseguido.

Outra das coisas que salta à vista neste segundo volume de Goor, são as falhas a nível ortográfico, principalmente as omissões de palavras quando se redigiu o livro. Penso que estas faltas teriam sido facilmente detectadas se tivesse havido uma leitura prévia por parte de alguns leitores, ou melhor, penso eu que seriam. São muitas, e quebram o ritmo alucinante que este provoca no leitor. Erros ortográficos também descortinei alguns. Não creio que estas falhas devam catalogar um livro, mas fica bem, sobretudo num livro deste preço e escrito por um autor português, que o menor número de lapsos e omissões adornem o livro. Se este livro tiver sucesso, e na minha opinião penso que o devia ter, espero que as próximas edições embelezem ainda mais esta obra.

Quanto ao livro propriamente dito, é um livro com mais acção do que o primeiro, e um livro que nos prende ainda mais a atenção. Apesar de tudo isso, e apesar da maior parte das críticas que li acharem este volume melhor que o primeiro, eu gostei mais da primeira parte desta história. Para isso muito se deveu o destino de umas das personagens de Goor.

É um livro bem escrito, em que as personagens mudam constantemente e o rumo da história segue um caminho incerto. Tanto gostamos de uma personagem, como depois a passamos a odiar. Pedro Ventura criou um mundo, e uma série de acontecimentos, que seria um crime, não expandir e voltar a relatar. Espero ansioso pela continuação de Goor, se ela vai existir ou não, é coisa que ainda não sei.

Penso que muito do sucesso desta saga, e da sua continuação se prende na aceitação por parte dos leitores, e da aposta de uma editora. Na minha opiniaõ, e depois de muitas obras de fantasia lidas de autores estrangeiros, penso que é uma obra com qualidade e que tem pernas para andar, num país onde este género ainda não é muito bem visto, ou por vezes até esquecido. Estando, algumas editoras, e muito bem, a tentar remar contra a maré.

Espero que algo seja feito em prol desta obra, para ele não se perder em locais escondidos nas livrarias, ou então, nem sequer se encontrar em muitas delas.

Siceramente, recomendo, com entusiasmo, esta obra para todos os que gostam de fantasia, ou então para todos os que gostam de um bom romance, já que o mesmo está presente, com todas as suas dúvidas e peripécias em muitas das páginas de Goor.


[EST]

  • Título original: GOOR A crónica de Feaglar Vol2
  • Autor: Pedro Ventura
  • Editora: Papiro Editora 2007
  • Páginas: 460
  • Género: Romance
  • 4 /5

sábado, 13 de dezembro de 2008

[LIVRO] - A CRÓNICA DE FEAGLAR VOL1 - PEDRO VENTURA



[SINOPSE]


Durante uma época ensombrada pelo despontar de novos conflitos e intrigas, a bela e enigmática princesa Gar-Dena chega inesperadamente à corte do próspero reino Dhorian, no intuito de avisar o rei Feaglar para um terrível perigo latente que ameaça a liberdade e a própria sobrevivência de todos os Homens. Este será o ponto de partida para os acontecimentos relatados em Goor – A Crónica de Feaglar, que decorrem no período da Guerra dos Sete Reinos.Trata-se de uma fantástica aventura do rei e dos seus companheiros, que os levará aos limites das suas capacidades e aos confins do mundo conhecido, enfrentando inúmeros perigos e a herança de um nebuloso passado que foi propositadamente apagado da memória de todos os povos. O jovem e idealista rei, referido pelas antigas profecias como o Escolhido, terá de superar as suas próprias fraquezas e dúvidas, contrariar um destino sinistro e uma complexa teia de mentiras, urdida desde tempos imemoriais e em que ele próprio está envolvido.Em causa estará o próprio valor intrínseco do Homem e a sua determinação em sobreviver. Esta será uma jornada em que o futuro estará num indeciso limbo e em que tanto a vitória como a derrota podem acarretar um sacrifício demasiado doloroso para aqueles que aceitam o desafio que lhes é colocado.

[RESUMO]

Depois de um 2008, cheio de livros de fantasia de autores estrangeiros, sendo excepção apenas "Os ossos do arco íris" e "A conspiração dos antepassados" de David Soares, e depois de muitos posts lidos sobre os autores de fantasia em Portugal, eis que um dia me decidi a comprar uma obra de um autor nacional. Do que tinha lido, e como o blog em que participava Pedro Ventura, era uma dos que eu diariamente ia consultando, decidi-me pelas crónicas de Feaglar. Comprei os dois livros das crónicas, para entrar na fantasia nacional. Seguidamente, conto continuar com mais autores tugas, Filipe Faria e Sandra Carvalho já estão na calha para 2009.

Algumas particularidades prenderam desde logo a minha atenção nos dois livros de Pedro Ventura. A requintada capa é um gozo para os olhos. Muito bem conseguida a mistura de cores, os títulos e a maneira estilo moldura como foi inserida a sinopse. O preço, infelizmente, é o que deve afastar muitos potenciais leitores de uma obra, que por si, os merecia sobejamente. E por último a tiragem. Quando uma obra com um potencial destes, tem apenas uma tiragem de 500 exemplares, eu sinceramente, fico preocupado, com o estado da literatura em Portugal.

Falando do que realmente importa, que é o conteúdo do livro, apenas posso dizer que fiquei muito impressionado e satisfeito de possuir uma obra deste envergadura. Pedro Ventura escreve bem, muito bem até. Sabe cativar, com uma história repleta de peripécias amorosas, acção, aventura e suspense. Sem dúvida que, não é um autor que perde muito tempo com descrições, tanto dos personagens como dos cenários, deixando para o ávido leitor o trabalho de idealizar e imaginar as personagens, os castelos, os mundos. Ainda não sei se esta saga se resume a dois livros, se forem mais, penso que era de todo justificado a existência de um mapa.

O ritmo da acção é alto, e posso dizer que é um livro que nos prende a atenção logo desde as primeiras páginas. Ao longo de 290 páginas, posso dizer, que por muito poucas vezes tive a sensação de o livro estar a ser monótono, ou então, que o livro continha alguma palha. Embora não tendo a fluidez e o ritmo incessante de um Martin, ou um Tolkien, o história torna-se uma fonte contínua de deleite para quem a lê.

Outra coisa que me agradou muito neste livro, foram as tiradas filosóficas, e o que elas me fizeram reflectir. É um livro cheio de grandes ideias por detrás de uma história principal.

Os personagens também vão adquirindo ao longo do livro um misticismo e uma densidade muito pouco vistas em solo nacional. O seu destino também se vai revelando aos poucos, e por vezes existem acontecimentos muito poucos previsíveis que nos fazem andar sem rumo e sem saber o que lhes irá acontecer. Os diálogos, como acontece muito em Portugal, não são muitos e não acho que sejam de extrema importância nesta obra.

Trata-se de uma saga, que apesar de fantástica, já que aparecem alguns sinais de poderes maiores, como o facto de certos personagens poderem ler a mente, mover objectos, serem possuidores de uma força anormal ou então de se poderem curar, tem muito de humano e muito de perfeitamente normal. E por detrás da fantasia, está o romance e tudo o que humanamente se pode constatar na vida das personagens. As relações entre os diversos intervenientes do livro tem um papel fundamental em toda a narrativa.

Mal acabei este livro, comecei desde logo a continuação desta saga, coisa que normalmente nunca faço, para não ficar aborrecido ou por vezes entediado, com o rumo dos acontecimentos e com o desenrolar das narrativas. Neste caso, e depois de ler o primeiro volume fiquei com vontade de continuar a descobrir este mundo.

A história, passa-se num mundo constituído por 7 reinos, que estão muito longe de estar em paz. Vários acontecimentos levam a que Feaglar, o rei de um dos desses reinos, parta numa demanda por um artefacto que se cair em mãos maléficas, poderá destruir e subjugar todos os reinos aos desejos e caprichos de uma estranha líder.

Para essa demanda, Feaglar conta com amigos que vai forjando ao longo de algumas viagens que vai fazendo ao longo do seu reino e dos restantes.

Feaglar encontra também Gar-Dena, uma mulher com estranhos poderes, que poderá ser a salvação e a única capaz de se apoderam desse artefacto maligno.




[EST]

  • Título original: GOOR A crónica de Feaglar Vol1
  • Autor: Pedro Ventura
  • Editora: Papiro Editora 2006
  • Páginas: 290
  • Género: Romance
  • 4 /5

[SOBRE O AUTOR (WIKIPEDIA)]


sábado, 6 de dezembro de 2008

[LIVRO] - CORALINE - NEIL GAIMAN




[SINOPSE]


Sinopse: Na nova casa de Coraline Jones existem vinte e uma janelas e catorze portas.Treze estão abertas mas há uma que está sempre fechada. E é precisamente essa porta misteriosa que desperta uma curiosidade inquietante em Coraline, levando-a a descobrir uma passagem secreta para uma casa aparentemente igual à sua. Mas depressa se apercebe de que algo de estranho se passa. Incrédula, Coraline assiste a um cenário invulgar: anjos que flutuam, livros com imagens que se contorcem, crânios de pequenos dinossauros que tiritam os dentes quando ela passa, cães e gatos que falam, brinquedos animados e os seus próprios pais que a acolhem neste novo mundo. Mas como podem os seus pais ter botões pretos no lugar de olhos? E por que motivo querem estes novos pais aprisionar os antigos num espelho existente no corredor? Será que ela está simplesmente a sonhar ou na verdade já não pertence ao mundo real?

[RESUMO]


Este foi o primeiro livro que li de Neil Gaiman.
Demorei algum tempo a ler porque li uma versão em inglês, por sinal muito boa, ilustrada com alguns desenhos dos principais acontecimentos do livro. Tanto a capa, como as ilustrações interiores estão muito bem conseguidas.
Trata-se de um livro de ficção mais dirigido para crianças.

Coraline, traz-nos a história de uma criança, com sede de descobrir, explorar e conhecer melhor tudo o que a rodeia. A história passa-se toda numa casa e nos seus arredores. Os intervenientes não são muitos, mas cada um tem um papel fulcral em toda a narrativa.

Coraline, descobre na sua casa uma nova porta para uma casa muito parecida à sua, em que as pessoas também são as mesmas com que ela está habituada a lidar. A única diferença é que estas, em vez de olhos têm botões. As aventuras sucedem-se e Coraline vê-se envolvida numa dramática demanda por encontrar o que ela tanto deseja.

Gostei da maneira de escrever do autor e da maneira como ele nos vai expondo os acontecimentos. Não adorei a história, mas achei muito interessante este livro. Parece-me um livro direccionado para crianças, que tirará o sono a muitas delas. Vai ser um livro que vou recordar durante bastantes anos.


[EST]

  • Título original: Coraline - Bloomsbury 2002
  • Autor: Martin Gaiman
  • Editora: Bloomsbury 2003
  • Páginas: 185
  • Género: Ficção infantil
  • 3 /5

[SOBRE O AUTOR (WIKIPEDIA)]



















  • Neil Richard Gaiman
  • Nasceu em Novembro de 1960 Portchester, Hampshire (ING) e espero que ainda viva por muitos e bons anos
  • Autor de fantasia, ficção científic, novelas curtas e longas, comics e filmes
  • Vencedor de prémios Hugo, Nebula, American fantasy award, etc
  • Autor do comic Sandman, e dos livros Stardust e American gods, entre muitos outros
  • www.neilgaiman.com

[DESAFIO]


Aqui fica um desafio colocado por um amigo que achei interessante.

Desafio:

Eis as regras: “colocar uma foto individual; escolher uma banda/artista de eleição; responder às perguntas com títulos de canções da banda/artista escolhido; e desafiar 4 bloguistas para passarem a outro e não ao mesmo”.

Escolhi Metallica.



1. és homem ou mulher? "Of wolf and man"


2. descreve-te: "Nothing else matters"


3. o que as pessoas acham de ti? "Sad but true"


4. como descreves o teu último relacionamento: "And justice for all"


5. descreve o estado actual da tua relação: "Fight fire with fire"


6. onde querias estar agora? "Trapped under ice"


7. o que pensas a respeito do amor? "Jump in the fire"


8. como é a tua vida? "Seek and destroy"


9. o que pedirias se pudesses ter só um desejo? "The thing that should not be"


10. escreve uma frase sábia: "To live is to die"


[EST] - Estatística mês de Novembro

ESTRADA (5)
  • 5 treinos
  • 415.17 kms
  • 16h 15m 35s a pedalar
BTT (0)
  • 0 treinos
  • 0 kms
  • 0h 0m s a pedalar
GINÁSIO (5)
  • 5 treinos
LIVROS(8)
  • Prelúdio à fundação - Isaac Asimov (Livros do Brasil Lisboa)- 427 - 4/5
  • Pavana - Keith Roberts (SDE) - 206 pg - 3/5
  • O barco aberto - Stephen Crane (Livros de bolso DN) 93 pg - 3/5
  • O ingénuo - Voltaire (Livros de bolso DN) - 93 pg - 3/5
  • Três contos - Maximo Gorki (Livros de bolso DN ) - 93 pg - 3/5
  • A queda da casa de usher (Livros de bolso DN ) - 92 pg - 4/5
  • As pequenas memórias - José Saramago (Caminho) - 149 pg - 4/5
  • A glória dos traidores - George Martin (SDE) - 528 - 5/5

FILMES (0)

SÉRIES (1)
  • Heroes - Série III
JOGOS (TERMINADOS=0)

domingo, 30 de novembro de 2008

[LIVRO] - A GLÓRIA DOS TRAIDORES - GEORGE MARTIN




[SINOPSE]

O bafo cruel e impiedoso do Inverno já se sente. Quando Jon Snow consegue regressar à Muralha, perseguido pelos antigos companheiros do Povo Livre, não sabe o que irá encontrar nem como será recebido pelos seus irmãos da Patrulha da Noite. Só tem uma certeza: há coisas bem piores do que a hoste de selvagens a aproximarem-se pela floresta assombrada.

[RESUMO]


Mais um livro fantástico deste enorme autor. As crónicas de gelo e fogo são sem dúvida alguma os melhores livros que li em 2008. Desta saga já estão traduzidos seis livros. Quatro deles tive o prazer de ler durante este ano, os outros dois em 2007. Este talvez seja o melhor de todos, estando intimamente ligado isso, o ritmo frenético dos acontecimentos, muitos, inesperados, outros não tantos.

Este autor tem uma escrita que cativa desde o primeiro instante. Personagens muito bem elaboradas, que desde logo, nos fazem torcer por este ou aquele, e nos levantam paixões e suspiros, para o desenrolar da história. É um autor que não desperdiça tempo em descrições e floreados literários. As descrições breves, e não pormenorizadas, não impedem contudo que se tenha a noção do que o autor quer transmitir. Muitas vezes vemos os personagens de diferentes perspectivas, consoante o desenrolar da narrativa, e da sua relação com os outros intervenientes.

A história é contada em capítulos, em que cada capítulo corresponde a um interveniente. Esses intervenientes vão mudando ao longo do livro.

Acontece, por vezes, odiarmos um personagem, para depois gostarmos muito da mesma.

Grande, grande livro, que aconselho vivamente, e que me fazem suspirar pela continuação da série.

[EST]


  • Título original: Storm of swords 2000 Voyager Books
  • Autor: George Martin
  • Editora: Saída de emergência 2008
  • Páginas: 528
  • Género: Fantasia
  • 5/5

[SOBRE O AUTOR (WIKIPEDIA)]





  • George Raymond Richard Martin
  • Nasceu em Setembro de 1948 em Bayonne New Jersey (USA) e espero que ainda viva por muitos e bons anos
  • Vários prémios Hugo e Nebula
  • Escritor de fantasia e ficção científica embora também tenha participado em séries de televisão
  • Está a escrever a série "A song of ice and fire", que se espera tenha sete volumes. Quatro já foram publicados, em 1996 "A game of thrones", em 1998 "A clash of kings", em 2000 "A storm of swords" e em 2005 "A feast for crows". Espera-se para 2009 "A dance with dragons" e no futuro "The winds of winter" e "A dream of spring"
  • http://www.georgerrmartin.com/

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

[LIVRO] - AS PEQUENAS MEMÓRIAS - JOSÉ SARAMAGO



[SINOPSE (Escolhida por mim)]

Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que esse Saramago não era um apelido do meu lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia. Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (chamava-se ele Silvino) estava bebâdo (por despeito, disso o acusaria sempre meu pai), e que, sob os efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me claro está, a Baco, deus do vinho e daqueles que se excedem a bebê-lo, não precisei de inventar um pseudómino para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de Pichatada, Curroto e Caralhana.

[RESUMO]


Este livro tem uma temática muito simples, que são as memórias do autor, (creditado com o prémio Nobel da literatura - feito único em Portugal até há presente data), mas não umas memórias de toda a sua vida, focando o autor e sobretudo, a sua infância e adolescência.
Vindo de uma família muito pobre, com grandes dificuldades e constantemente a mudar de morada, Saramago vai adquirindo muito do seu saber e fixando pormenores e vivências que mais tarde irão influenciar a sua obra. Esta obra deixa no ar a vontade de ler umas grandes memórias, já que muito do que foi a vida do autor fica por contar. Não sei se existe mais algum título do autor em que exista um seguimento para este livro. Vou tentar averiguar.

Foi o meu primeiro livro de Saramago, (já tenho aqui para ler o memorial do convento - em que todas as pessoas que leram me falaram mal), gostei bastante da escrita do autor e de todas as peripécias e acontecimentos engraçados, às vezes hilariantes que se passaram na meninez do autor. A escrita é boa, a acentuação ainda melhor, a maneira de descrever fascina. Um grande autor sem dúvida. Vocabulário cuidado e aprumo ao longo de toda a obra.

Vou continuar a ler a obra do autor, e aproveitar algumas promoções que têm aparecido por aí. Depois de memorial do convento, ensaio sobre a cegueira e ensaio sobre a lucidez.



[EST]


  • Título original: As pequenas memórias - Caminho 2006
  • Autor: José Saramago
  • Editora: Caminho 2006
  • Páginas: 149
  • Género: Romance
  • 4/5

[SOBRE O AUTOR (WIKIPEDIA)]



  • José de Sousa Saramago
  • Nasceu em Novembro de 1922 em Azinhaag (Portugal) e espero que ainda viva por muitos e bons anos
  • Prémio nobel da literatura em 1998, foi também galardoado com o prémio Camões em 1995
  • Ateísta, iberista (defensor da aproximação Portugal - Espanha), membro do PCP
  • Escritor com um estilo muito particular, utilizando frases e períodos muito longos e não usando a pontuação de uma maneira convencional
  • Vasto número de obras, das quais se destacam: Memorial do convento, Jangada de pedra, Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a cegueira, Ensaio sobre a lucides, O ano da morte de Ricardo Reis, entre muitos outros.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

[LIVRO] - PAVANA - KEITH ROBERTS


[SINOPSE]


E se, em 1588, a bala de um assassino pusesse fim ao glorioso reinado da rainha Isabel de Inglaterra? A partir desse momento toda a história do mundo seria diferente. A Invencível Armada de Filipe II invade as ilhas britânicas. Os reis católicos tornam-se senhores incondicionais de Inglaterra. A Igreja Anglicana tomba por terra. Mais tarde, a Revolução Industrial é estrangulada à nascença. Os Papas ordenam autos-de-fé para reprimir os embriões da tecnologia, cessando assim todo o progresso científico. E o frenesim da história transforma-se numa lenta Pavana que agoniza através dos séculos. Mas, algures, uma mão cheia de revolucionários, artistas e homens de ciência, combatem pela salvação ou ruína da espécie humana.

[RESUMO]


Um livro de história alternativa, daqueles que tem tudo para ser um grande livro. Até o comentário de Martin a dizer que nos últimos 30 anos nenhum livro de história alternativa se aproxima sequer de Pavana.

A história começa com a morte da rainha de Inglaterra, baleada à socapa. Depois disso a invencível armada de Filipe invade a Inglaterra, e Roma e o papa tomam conta do país. A recessão industrial, o estagnamento das ciências e de todas as mentes brilhantes do país começa. A igreja impõe o seu jugo, e não deixa que o progresso natural continue. Com o passar dos anos a revolta cresce contra Roma e o balão começa a encher de mais.

Um daqueles livros que não conseguia deixar de ler, não por adorar a história, mas sim porque o queria acabar o mais rapidamente possível. Várias histórias para contar o rumo dos acontecimentos ao longo dos anos também não me parece a melhor maneira de prender o leitor. Já que muitas das histórias pouco têm em comum para além do local onde decorrem. Mesmo assim não penso que seja um mau livro, apenas não me fascinou.

A história e o decorrer dos acontecimentos não me parecem do melhor que já vi, mas mesmo assim existem descrições muito bem conseguidas. Gostei sobremaneira da maneira como o autor descreve as locomotivas e tudo o que as envolve. Adorei também a maneira pormenorizada como Roberts explicou a maneira de transmitir as mensagens, e a Guilda dos mensageiros.

[EST]


  • Título original: Pavana 1966 Berkley Books
  • Autor: Keith Roberts
  • Editora: Edição SDE / Coleção Bang
  • Páginas: 206
  • Género: História alternativa
  • 3/5

[SOBRE O AUTOR]

  • Keith Roberts
  • Nasceu em Setembro de 1935 em Northamptonshire e morreu em Outubro de 2000em Nova Yorque (USA)
  • Autor com uma personalidade difícil devido às inúmeras disputas com colegas, editores e publicadores
  • Para além de escritor também foi ilustrador

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

[LIVRO] - PRELÚDIO À FUNDAÇÃO - ISAAC ASIMOV




[SINOPSE]


O ano é 12.020 da Era Galáctica e Cleon I ocupa o instável trono imperial. em Trantor, capital do Império Galáctico, quarenta bilhões de pessoas compõem uma civilização de imensa complexidade tecnológica e cultural, formando uma malha de relações tão intricadamente tecida que é retirada de um único fio pode desfazer toda aquela complexa estrutura. O imperador está inquieto, pois sabe que há muitas pessoas interessadas em sua queda e que a única saída para continuar detendo o controle do Império está nas mãos de um jovem matemático...

Ao desembarcar em Trantor, o heliconiano Hari Seldon não tem a menor consciência das conspirações políticas em curso. Mas, ao apresentar na Convenção Decenal uma monografia sobre psico-história, sua notável teoria da previsão, ele sela seu destino e determina o futuro da humanidade. Tendo em mãos o poder profético tão ambicionado pelo imperador, o matemático se transforma de uma hora para a outra, no homem mais procurado do Império. Seldon é obrigado a lutar desesperadamente para evitar que sua teoria caia em mãos erradas, enquanto forja sua poderosa arma para o futuro: uma força que se tornará conhecida pelo nome de Fundação.



[RESUMO]

Este foi o terceiro livro de Isaac Asimov que li. Em todos fiquei com uma sensação idêntica, bons livros de ficção científica de um dos principais autores da mesma.

Asimov foi um dos escritores com mais obras publicadas de sempre, 500 livros e 900 textos. Escreveu sobretudo ficção científica, mas publicou também trabalhos de fantasia, mistério, e não ficção.

Este livro pertence à uma colecção chamada de fundação, que consiste em seis livros que cobrem um período de quatrocentos anos.

Neste prelúdio à fundação conhecemos Hari Seldom, um matemático que ao proferir uma palestra de psico-história, se vê envolvido numa série de peripécias que o fazem viajar no planeta Tranton, o centro do universo, o habitat do imperador de uma galáxia de trinta e dois milhões de planetas que não sabem ou já esqueceram as suas origens.

Cada planeta tem a sua maneira de viver e os seus hábitos próprios.

Um livro em que as surpresas estão ao virar de cada página.


[EST]
  • Título original: Prelude to foundation 1988 Nightfall Inc
  • Autor: Isaac Asimov
  • Editora: Edição livros do Brasil - Lisboa / Coleção argonauta gigante
  • Páginas: 427
  • Género: Ficção científica
  • 4/5
[SOBRE O AUTOR]



  • Isaac Asimov
  • Nasceu entre Outubro de 1919 e Janeiro de 1920 em Petrovichi (Russia) e morreu em Abril de 1991 em Nova Yorque (USA)
  • Escreveu 500 livros e 900 textos
  • Autor da série fundação, robot e império galáctico.
  • Vencedor de vários prémios Hugo e Nébula

[EST] - Estatística mês de Outubro

ESTRADA (1)
  • 1 treino
  • 45.53 kms
  • 1h 31m 50s a pedalar
BTT (1)
  • 1 treinos
  • 90 kms
  • 5h 04m 35s a pedalar
  • Maratona 5 Cumes Barcelos
  • 17º lugar
LIVROS(6)
  • Morte no Nilo - Agatha Christie (RBA) - 297 - 4/5
  • The chronicles of Conan Vol2 (comic) - Dark horse - 140 - 4/5
  • A sombra sobre Lisboa - Antologia (SDE)- 463 - 3/5
  • Morte no expresso do oriente - Agatha Christie (RBA) - 236 - 4/5
  • O olho do mundo - Robert Jordan (BERTRAND)- 812 - 5/5
  • As dez figuras negras - Agatha Christie (RBA )- 196 - 4/5
FILMES (0)

JOGOS (TERMINADOS=0)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

[LIVRO] - AS DEZ FIGURAS NEGRAS - AGATHA CHRISTIE


[SINOPSE]

Dez desconhecidos, que aparentemente nada têm em comum, são atraídos pelo enigmático U. N. Owen a uma mansão situada numa ilha da costa de Devon. Durante o jantar, a voz do anfitrião invisível acusa cada um dos convidados de esconder um segredo terrível, e nessa mesma noite um deles é assassinado.
A tensão aumenta à medida que os sobreviventes se apercebem de que não só o assassino está entre eles como se prepara para ir atacando uma e outra vez…
O que se segue é uma obra-prima de terror. À medida que cada um dos hóspedes é brutalmente assassinado, as suas mortes vão sendo “celebradas” através do desaparecimento de uma de dez estátuas, as “dez figuras negras”.
Restará alguém para um dia contar o que de facto se passou naquela ilha?

[RESUMO]

Mais um bom livro de Agatha Christie. Apenas ficou um mau sabor na boca porque já tinha lido este livro há bastante tempo, não me lembro de quando, mas sabia desde logo o desenlace do livro. Apesar disso algumas vezes ainda fiquei com dúvidas se o final era esse ou não.

Um livro sem Hercule Poirot nem Miss Marple, mas um dos melhores senão o melhor livro de Agatha Christie. Penso que o mais vendido até agora. Suspense do princípio ao fim. Muitas reviravoltas e peripécias e um final surpreendente. Uma história sem data que faz com que os livros desta escritora fiquem para a etermidade.

Tempo muito bem passado.

A história é simples. Dez personagens encontram-se numa ilha para serem julgados pelos seus crimes. A morte, baseada numa canção para crianças é o mote para a história e a principal pista.


[EST]
  • Título original: And then there where none 1939
  • Autor: Agatha Christie
  • Páginas: 196
  • Género: Policial
  • 4/5
[SOBRE O AUTOR]



  • Agatha Mary Clarissa
  • Nasceu em Setembro de 1890 em Torquay (UK) e morreu em Janeiro de 1976
  • Criadora de Hercule Poirot e Miss Marple
  • Escreveu 80 novelas policiais

terça-feira, 28 de outubro de 2008

[LIVRO] - O OLHO DO MUNDO - ROBERT JORDAN




[SINOPSE]

No início... Quer dizer, o mundo de Robert Jordan não tem um início nem fim. Existe, sim, uma roda – a Roda do Tempo. Alimentada pela magia da Verdadeira Fonte passaram por ela os séculos, as eras, os Homens e as suas histórias de batalha e cobiça. Os factos tornaram-se lendas, as lendas mitos. Quebrada a unidade entre o saidin (masculino) e do saidar (feminino) pelo poderoso Obscuro, vive-se na esperança do renascer do Dragão. Só ele poderá trazer a paz ao mundo. «O Olho do Mundo» é o primeiro de quatro títulos de aventuras, negra fantasia, e luminosa imaginação do autor norte-americano, uma figura de culto por todo o mundo.


[RESUMO]

Um mundo, a roda do tempo que tece os acontecimentos que acontecem. Uma irmandade formada por uma feiticeira e pelo seu guardião ajuramentado que a acompanha para todo o lado - que juntos têm poder sobre os elementos naturais, três miúdos e duas miúdas de uma aldeia que vão descobrindo os seus poderes que partem em busca de poder controlar e saber qual o papel que têm na grande teia tecida pela roda do tempo.

Um enorme rol de personagens, lugares e mistérios vão ser desvendados ao longo da viagem.

Mais um grande livro que tive o prazer de ler.

Siceramente gostei muito deste livro e o resto da série promete. Não me parecendo uma escrita tão cativante nem tão fluída como a de Martin. Por vezes as descrições também não me parecem tão conseguidas o que nos faz parar um bocado mais para visualizar o que se está a passar, mas mesmo assim um bom livro.

Ao longo de 812 páginas é difícil não encontrar algumas partes na narrativa em que o desinteresse se apoderou de mim. Mas a história parece-me bem conseguida e com pernas para andar. Também gostei bastante das personagens que foram criadas pelo autor.

Já ouvi dizer que esta saga era para ser apenas uma triologia mas ao que parece vão ser 12 livros, 11 dos quais já estão escritos pela mão do autor, e com muita pena para os largos milhares de fãs desta série, o 12º livro vai ser escrito por outro autor já que Robert Jordan, infelizmente, já não se encontra entre nós.

Também me parece, e isso deixa-me ansioso por continuar a ler o autor, que depois deste enorme livro, é um bocado difícil escrever mais onze bons livros com este ritmo de acontecimentos.

Já tinha ouvido dizer que a série Roda do tempo tinha algumas semelhanças com os livros de Tolkien, sinceramente, parece-me que neste tipo de fantasia todos os livros têm algo que nos faça pensar em Tolkien, porque foi ele que inspirou muitos autores e a sua obra é muito vasta e grandiosa.

Mesmo assim parece-me uma obra com um mundo muito bem criado e com particularidas muito interessantes para o leitor.

Um livro caro, mas grande e que nos proporciona uns dias bem passados.


[EST]
  • Título original: Eye of the world Jan 1990
  • Autor: Robert Jordan
  • Páginas: 812
  • Género: Fantasia épica
  • 5/5
[SOBRE O AUTOR]


  • James Oliver Rigney Jr
  • Nasceu em Outubro de 1948 em Charleston (USA) e morreu em Setembro de 2007 vítima de problema cardíacos
  • Criador de 11 livros da série roda do tempo
  • Morreu quando estava a escrever o 12º livro e último da saga
  • Último livro será escrito por Brandon Sanderson baseado em material deixado por Robert
  • Escreveu novas aventuras de Conan

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

[LIVRO] - MORTE NO EXPRESSO DO ORIENTE - AGATHA CHRISTIE


[SINOPSE]

Pouco depois da meia-noite um nevão imobiliza o Expresso do Oriente que, para aquela época do ano, estava surpreendentemente cheio de passageiros. De manhã, encontram um homem de negócios americano que havia sido apunhalado até à morte no seu compartimento. Existem muitas pistas e muitos suspeitos: os passageiros da carruagem. Para ajudar às investigações, o morto é reconhecido como sendo o autor de um dos crimes mais hediondos do século. Com a tensão a aumentar perigosamente, Poirot resolve o caso... de uma maneira surpreendente!

[RESUMO]

Mais um excelente livro de Agatha Christie. A continuar assim vou comprar toda os livros da escritora. Excelente edição em capa dura da RBA Editores com um grafismo nas capas muito pouco visto.

Hercule Poirot encontra-se no comboio do Oriente a caminho de Paris para depois seguir para Londres. Numa noite da viagem um americano aparece morto com 12 facadas. Com o comboio parado devido a um forte nevão começa a investigaçao do crime por parte do inteligente e estranho detective.

Um caso que não parece ter solução, bem ao jeito do famoso detective. O livro está mais uma vez muito bem estruturado com todas as fases da investigação de Poirot que nos levam a viver por dentro este estranho caso.

Espectacular desenlace para o crime.

[EST]
  • Título original: Murder on the orient express 1934
  • Autor: Agatha Christie
  • Páginas: 236
  • Género: Policial
  • 4/5
[SOBRE O AUTOR]



  • Agatha Mary Clarissa
  • Nasceu em Setembro de 1890 em Torquay (UK) e morreu em Janeiro de 1976
  • Criadora de Hercule Poirot e Miss Marple
  • Escreveu 80 novelas policiais

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

[LIVRO] - A SOMBRA SOBRE LISBOA - ANTOLOGIA


[SINOPSE]

O que aconteceria se o fabuloso imaginário de Howard Phillips Lovecraft – considerado o maior escritor de terror fantástico de sempre – fosse aplicado à cidade de Lisboa, às suas colinas inclinadas, becos escuros e prédios seculares?Guiados pela imaginação de autores tão diferentes como Rhys Hughes, António de Macedo, David Soares, João Barreiros ou José Manuel Lopes, entre outros, somos convidados para um passeio ao longo da história milenar de Lisboa e dos seus segredos mais obscuros. Entrelaçando artefactos, criaturas e intrigas lovecraftianas com factos e personagens históricas da nossa capital, o resultado é uma obra original, simultaneamente divertida e perturbadora, verdadeiro tributo não só a Lovecraft mas também à cidade de Lisboa. Prepare-se para descobrir que horrores presenciaram os fenícios na foz do Tejo... O que levou a que os mouros invadissem a península... Que monstros encontraram as caravelas durante os descobrimentos... Qual a verdadeira razão para o terramoto de 1755... Que estranhos cultos combateu Eça de Queiroz... Qual a verdadeira razão para a interrupção das obras do metro da Baixa... E muito mais!

[RESUMO]

Uma obra inspirada na obra de Lovecraft e que tenta trazer os monstros e mitos do grande autor de Providence para a cidade de Lisboa.

Esta foi a minha primeira abordagem a uma antologia dentro da coleção Bang. Fiquei com duas impressões enquanto estava a ler este livro. A primeira foi que se tornava monótono por tantas vezes se falar em Cthulhu e tantas vezes o monstro morrer nas últimas frases das diversas histórias. A segunda, e sempre que havia autores que não falavam no polvo gigante tão abundantemente, foi que por vezes se tornava um livro diferente e muito cativante com boas histórias e que me faziam lembrar o génio de Lovecraft - embora ainda tenha muito para ler deste autor.
Pelo menos a antologia que li continha muitas histórias em que não intervia directamente Cthulhu, e penso que isso foi o que mais falhou neste livro. Mas também não deve ser fácil fazer uma antologia e ter contos muito variados.
Não me parece um livro fácil de ler nem daqueles que se lêm num fôlego. Demorei quase duas semanas para ler este livro e tive de intercalar com outros. Recomendo uma leitura pausada e espaçada.

Quanto aos autores gostei bastante dos contos de David Soares, António de Macedo, Rhys Hughes, João Ventura e João Barreiros.

O conto de João Seixas não figura nos meus preferidos porque a escrita muito sofisticada e complicada fez com que não entrasse no enredo com facilidade e que tivesse de andar à luta com a primeira parte da história, em que as comparações não permitem um melhor fluir de muito boas ideias.

Os outros contos também achei que não sendo tão bons como os atrás referidos, também tinham algum do misticismo de Lovecraft e do seu mundo.

Sou fã de moonspell e de Fernando Ribeiro mas confesso que o que li até agora do autor - que por sinal não foi muito, apenas as introduções do 2º vol de contos de Lovecraft e o conto Mostodon contido nesta antologia me deixaram sempre às cegas e sem perceber práticamente nada. Espero futuramente vir a compreender e a gostar da sua obra.


[EST]
  • Autor: vários
  • Editora: Saída de emergência - coleção Bang - 2006
  • Editora em Portugal: Saída de emergência - Colecção Bang
  • Páginas: 463 páginas
  • Género: Romance histórico / Fantasia / Thriller
  • Nota: 3 /5

terça-feira, 7 de outubro de 2008

[BTT] - MARATONA 5 CUMES BARCELOS - 5/10/2008




  • 90 km em 5h 04m 35
  • 17º lugar
  1. Paulo Vila 4h 16m 57s
  2. André Sousa 4h 19m 06s
  3. Joel Monteiro 4h 27m 19s
[RESCALDO]

Pela terceiro ano consecutivo marquei presença em Barcelos para uma das maratonas que mais me cativa a nível nacional, apesar de ser uma maratona em que normalmente não tenho sorte - em 2006 um desviador partido, e em 2007 dois furos e uma bomba que não funcionava. Em 2008 saldou-se por uma queda no meio dos eucaliptos que tapavam completamente um trilho, em que apenas fiquei com um joelho negro e por uma bomba emprestada a um colega do pedal que andava apeado nos trilhos porque apenas tinha uma cápsula e esta não tinha funcionado. Aparentemente a minha bomba também não resolveu o problema deste companheiro do pedal porque depois não o encontrei no final.

Este ano tudo aparentava estar pelo melhor, e da organização dos amigos da montanha espera-se sempre o melhor. Esta é uma maratona que se tem de classificar como técnicamente dura porque as descidas técnicas e com muita pedra abundam nesta maratona.

Aqui fica expresso o que eu achei que esteve bem e o que achei mal

- O BOM -
  • Diversidade de trilhos, boas descidas, boas subidas, muitos trilhos para andar a pé, boas paisagens quando não acompanhados por lixo excessivo.
  • Vários pontos com abastecimento de água porque o que parecia ser um domingo frio rapidamente se transformou num domingo em que o calor imperou
  • Preço adequado ao que nos era oferecido.
  • Muitas pessoas envolvidas na maratona. Cruzamentos quase todos com pessoal da organização.
  • Muitos prémios.
- O MAU -

  • As fitas, sendo brancas, pareciam que tinham sido postas em Agosto, já que estavam muito descoloradas. Penso que outra côr se exigia a esta organização.
  • A sinalização não me pareceu a melhor - já que em vários sítios apenas o aviso das pessoas fez com que não seguisse o trilho errado. E várias vezes andei aos papéis
  • No ano anterior lembro-me de ter visto bolos em fartura nos abastecimentos. Mas este ano eles apenas falavam em fruta, barras e sumos. Fui daqueles que andei a maratona toda a suminhos. Qual não é o meu espanto quando num dos últimos abastecimentos vejo os ditos bolos dentro da carrinha. Fui o último a comer no refeitório e depois estavam lá vários tabuleiros cheios de bolos. Aproveitei para levar 10 éclairs para a minha mulher para ver se ela me deixa regressar para o ano.
  • Trilhos muito técnicos sobretudo descidas perigosas sem qualquer tipo de pessoa ligada à organização.
  • Muitas lixeiras nos trilhos - não sei até que ponto não poderiam ser evitadas.
  • Este ano Barcelos fez-me lembrar Portalegre, devido ao pó, ao terreno árido e aos calhaus que havia ao longo da maratona.
  • O almoço estava razoável.
Apesar de ter apontado mais coisas más do que boas, continua a ser uma das minhas maratonas de eleição e para o ano vou estar outra vez na linha de partida para uma das grandes maratonas de Portugal.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

[LIVRO] Morte no Nilo / Agatha Christie



[SINOPSE]


A tranquilidade de um cruzeiro ao longo do Nilo é ensombrada pela descoberta do cadáver de Linnet Ridgeway, uma bela jovem que aparentemente tinha tudo. Para Poirot todos os passageiros são possíveis assassinos. Pelas mais diversas razões, todos tinham algo a apontar a Linnet. Mas afinal quem terá sido levado ao acto extremo de a alvejar? Mesmo quando todas as pistas apontam para a mesma pessoa, o detective belga descobre que naquele cenário exótico nada é exactamente o que parece.

[RESUMO]

Uma mulher com tudo para ser feliz parte num cruzeiro para uma viagem sem retorno. Rodeada por pessoas em quem não pode confiar e que têm muito a esconder estamos perante uma história rodeada de suspense e que nos conquista a cada virar de página.
Hercule Poirot que também está de férias no Egipto vê-se mergulhado num caso em que nem tudo o que parece realmente é.

Bom livro, que marca o meu regresso aos livros policiais cheios de suspense. Gosto muito da escrita de Agatha Christie, que não sendo muito descritiva - o que também torna o livro menos maçador, consegue nos prender a atenção e pôr a pensar do princípio ao fim do livro. A escrita de Agatha é intemporal e podia muito bem estar a passar-se nos dias de hoje.

Não sei se por sorte ou azar consegui visualizar o desfecho do livro antes de o ter acabado. Ainda tenho bastantes livros de Agatha pela frente para testar os meus dotes de detective.

[EST]
  • Título original: Death on the Nile 1937
  • Autor: Agatha Christie
  • Páginas: 297
  • Género: Policial
  • 4/5
[SOBRE O AUTOR]



  • Agatha Mary Clarissa
  • Nasceu em Setembro de 1890 em Torquay (UK) e morreu em Janeiro de 1976
  • Criadora de Hercule Poirot e Miss Marple
  • Escreveu 80 novelas policiais

[EST] - Estatística mês de Setembro

ESTRADA (8)
  • 8 treinos
  • 1084.28 kms
  • 24h 28m 39s a pedalar
BTT (3)
  • 3 treinos
  • 240.75 kms
  • 8h 43m 11s a pedalar
  • II Encontro Canyon Portugal ( ~60 km )
  • IV Maratona Rota do Presunto ( ~80 km)
LIVROS(6)
  • A revelação de Rama ( Europa América ) - Arthur Clark e Gentry Lee - 497 pg - 4/5
  • Os melhores contos de H P Lovecraft ( SDE ) - H P Lovecraft- 284 pg - 4/5
  • Eu sou a lenda - Richard Matheson ( SDE ) - 191 - 4/5
  • The Chronicles of Conan Vol 1 ( Dark Horse Books ) - 160 pg - 5/5
  • A criança roubada - Keith Donohue - ( SDE ) - 298 pg - 5/5
  • O prestígio - Christopher Priest ( SDE ) - 310 pg - 5/5

FILMES (0)

JOGOS (TERMINADOS=0)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

[ESTRADA] - PRINCIPAIS SUBIDAS ZONA DE BRAGA

1.Sª DA GRAÇA (8.63 km)


  • Extensão: 8.63 km
  • Inclinação média: 7.3 %
  • Melhor tempo: 0h 30m 54s ( 06-07-2008 )
  • Segundo tempo: 0h 32m 31s ( 25-07-2008 )
  • Terceiro tempo: 0h 35m 25s ( 06-03-2008 )



2.MONSUL (4.29 km)



  • Extensão: 4.29 km
  • Inclinação média: 4.1 %
  • Melhor tempo: 0h 12m 26s ( 02-10-2008 )

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

[LIVRO] - O PRESTÍGIO - CHRISTOPHER PRIEST




[SINOPSE]
http://www.saidadeemergencia.com/index.php?page=Books.BookView&book_id=318&genre=

A obra prima de Christopher Priest, vencedora do World Fantasy Award.

O Prestígio é uma história de segredos obsessivos e curiosidades insaciáveis. Actuando nas luxuosas salas de espectáculos vitorianas, dois jovens mágicos entram num feudo amargo e cruel, cujos efeitos podem ser ainda sentidos pelas respectivas famílias mais de um século depois.
Os dois homens assombram a vida um do outro, levados ao extremo pelo mistério de uma espantosa ilusão que ambos fazem em palco. O segredo da magia é simples, mas para os antagonistas o verdadeiro mistério é outro, pois ambos os homens têm mais a esconder do que apenas os truques da sua ilusão.

[RESUMO]

Confesso que era um daqueles livros que estava com muito interesse em ler e acabar o mais rapidamente possível. Tinha visto o filme em Janeiro de 2007 e foi um filme que gostei embora quando comecei a ler o livro me recordasse muito pouco do filme. Sei também que na altura não percebi algumas partes do filme mas não me lembro muito bem do quê. Vou voltar a ver o filme para me aperceber o que me escapou na altura. Normalmente leio sempre o livro antes do filme, e confesso que é assim que é a ordem natural das coisas, ou melhor, que devia ser. Já que muitas vezes os filmes são adaptações do que está escrito no livro e algumas partes são alteradas. O mais normal é os filmes serem versões curtas e omissas do que está nos livros .

Quanto ao livro propriamente dito, gostei muito. Tem o dom de nos cativar praticamente desde o início. Dois mágicos, o grande Danton e Le professeur, dois diários, duas vidas que giram à volta das disputas entre os dois pelo título de melhor mágico de Inglaterra e pelo aperfeiçoamento das suas artes mágicas. Um desentendimento entre os dois e desde logo uma guerra para desacreditar e banalizar o espectáculo do outro.
Um livro sobre magia, diferente, e com o desenlace sempre muito bem escondido debaixo da manga. Uma escrita fluente e cativante. Um escritor a seguir dentro do fantástico.

[STATS]

  • Título original: The prestige 1995
  • Editora em Portugal: Saída de emergência - Colecção Bang
  • Páginas: 310 páginas
  • Género: Romance contemporâneo
  • Nota: 5/5
[SOBRE O AUTOR]



  • Christopher Priest
  • Nasceu em 14 de Julho 1953 em Cheadle, perto de Manchester, Inglaterra
  • Algumas obras: Fugue for a darkening island; Inverted world; The affirmation; The glamour; The prestige; The separation;
  • Fortemente influenciado por H G Wells
  • World fantasy award entre muitos outros

[BTT] - MARATONA ROTA DO PRESUNTO EM CHAVES



  • 80 km em 3h 41m 04s
  • 14º lugar
  1. Manel Melo 3h 13m
  2. Paulo Vila 3h 14m
  3. Francisco Anjos 3h18
  • Track GPS
[RESCALDO]

Este ano participei pela 3º vez na maratona rota do presunto tendo faltado apenas no ano passado porque nasceu o meu filho na semana da maratona.

Penso que a maior parte já foi dito por outros bttistas mas vou deixar aqui o que achei de muito bom.

Mto bom

- A recepção no forte com tudo o que se pode pedir: bebidas, caldo verde - que já nao vi pq cheguei perto das 23h30, pastéis, presunto
- O controlo 0 - eu fui dos que pensava que não havia e depois fiquei lá para o fim
- O percurso em sim muito rápido, fui daqueles que nem sequer para a altimetria olhei e só olhei para os kms qd vi a placa de 10 km para a meta - pq normalmente nao ando com os kms no conta kms mas sim com o tempo, e depois foi sempre pedaleira grande a tentar recuperar o tempo perdido e ter chegado à meta com a sensação que podia ter andado muito mais. Acho que o futuro das maratonas tem q ser este. Percursos rápidos, talvez não tanto como este, para que mesmo os que andam menos possam fazer a maratona sem ter q chegar de noite.
- A subidinha para aquecer e separar as hostes, aqui quem arriscou ganhou, pq era aqui q s tinha q dar tudo, já q depois era qs sempre a ripar.
- Talvez uma das poucas maratonas em q participo em que se pode fazer toda a maratona em cima da bicicleta.
- Trilhos fantásticos - o melhor das 3 edições em q participei, com aqueles single tracks fabulosos em que me apeteceu mesmo parar para tirar fotos.
- Bom compromisso entre o asfalto e a terra, penso que chegadas em asfalto é a melhor opção devido ao desgaste acumulado das maratonas e muitas vezes estes troços servem para descansar o corpo do mau trato dos trilhos.
- Mta fartura nos abastecimentos e água em mtos pontos fulcrais. Mtas bebidas, pastéis, fruta na meta.
- Chegada à meta num local espectacular e que sem dúvida tem q continuar a ser o principal ponto da maratona
- Almoço com mta fartura num local espectacular, e fresco que era o que se pedia no dia da maratona.

Menos bom
- Acho q a única coisa q posso apontar, e acho q é por eu não gostar de coisas salgadas, pareceu-me que a comida estava um bocado com sal a mais. S calhar era mesmo para puxar a bebida ehehhe

Fabulosa maratona. Juntar 700 bttistas numa cidade como Chaves q fica muito fora de mão para mta gente é um grande feito. Tão grande como algumas maratonas mais bem localizadas meterem 1000 ou mais bttistas.

Parabéns ao BTT Clube de Chaves por tudo o q têm feito. É qs certo que estou aí outra vez no aniversário, mas desta vez com prego a fundo desde o princípio.

Esta é uma das 3 maratonas, juntamente com a maratona de esposende e a de barcelos (5 cumes), em q espero estar sempre presente nos próximos anos.

[FOTOS]


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

[LIVRO] - A CRIANÇA ROUBADA - KEITH DONOHUE



"Numa noite de Verão, Henry Day foge de casa e esconde-se no interior de uma árvore oca. É então que é encontrado pelos trasgos, uma tribo de crianças que não envelhecem e que existem na escuridão e em segredo. É levado por eles e baptizado de Aniday. Para sempre uma criança, Aniday cresce em espírito, esforçando-se por recordar a vida e a família que deixou para trás. Também tenta compreender e adaptarse à terra das sombras, enquanto a vida moderna chega não só à natureza mas também ao mito.
No seu lugar, os trasgos deixam um sósia, um rapaz que rouba a vida de Henry no mundo. Este novo Henry Day tem de se ajustar a uma cultura moderna enquanto esconde a sua verdadeira identidade da restante família Day. Mas não consegue esconder o seu extraordinário talento para o piano (um dom que o verdadeiro Henry nunca possuíra) e as suas maravilhosas exibições deixam o pai desconfiado de que o filho que criou é um impostor. Enquanto envelhece, o novo Henry Day é assombrado por vagas mas persistentes memórias de uma vida noutro tempoe local, de um professor alemão de piano e do seu aluno prodígio.
A Criança Roubada
é uma história clássica sobre a infância que é deixada para trás em busca de uma identidade. Com a mistura perfeita de realismo e fantasia, Keith Donohue criou uma história de embalar para adultos e uma fábula literária de grande profundidade"

- Um livro que nos faz repensar na noção que temos de fadas, crianças que vivem para sempre e na natureza que nos rodeia. Duas crianças que são trocadas, uma vai para uma floresta para nunca mais envelhecer e viver uma vida escondida da sociedade e a outra vai para uma família que não está habituada ao seu génio musical e feitio introvertido.

Um procurar incessante pela identidade há muito perdida e escondida apenas nas memórias mais profundas.

Fabuloso e terrivelmente real do princípio ao fim. Um livro que me surpreendeu e me deixou a suspirar por mais literatura de qualidade. (5/5)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

[MÚSICA]Metallica - Tributo à maior banda de todos os tempos


  • Death Magnetic
  • Setembro de 2008
  • Produzido por Rick Rubin
  • " Apesar de ainda não ter ouvido muito este álbum estou a gostar muito da sonoridade pesada e do regresso ao passado. Parece-me um álbum com algumas canções bastante boas"
  1. That Was Just Your Life (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  2. The End Of The Line (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  3. Broken, Beat & Scarred (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  4. The Day That Never Comes (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  5. All Nightmare Long (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  6. Cyanide (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  7. The Unforgiven III (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  8. The Judas Kiss (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo
  9. Suicide & Redemption (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)
  10. My Apocalypse (Hetfield / Ulrich / Hammett / Trujillo)

  • St Anger
  • Junho de 2003
  • Produzido por Bob Rock e Metallica
  • "Sinceramente ainda mal o ouvi. Vou comrá-lo e dar-lhe uma nova hipótese"
  1. Frantic (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  2. St. Anger (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  3. Some Kind of Monster (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  4. Dirty Window (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  5. Invisible Kid (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  6. My World (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  7. Shoot Me Again (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  8. Sweet Amber (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  9. The Unnamed Feeling (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  10. Purify (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)
  11. All Within My Hands (Hetfield / Ulrich / Hammett / Rock)


  • S&M
  • Novembro de 1999
  • Produzido por Bob Rock & Hetfield & Ulrich e Kramen
  • "Álbum muito bom. Gosto muito do efeito clássico misturado com as grandes canções dos Metallica"
CD1
  1. The Ecstasy of Gold - ( Morricone )
  2. The Call of Ktulu (Hetfield / Ulrich / Burton / Mustaine)
  3. Master of Puppets (Hetfield / Ulrich / Burton / Hammett)
  4. Of Wolf & Man (Hetfield / Ulrich / Hammett)
  5. The Thing That Should Not Be (Hetfield / Ulrich / Hammett)
  6. Fuel (Hetfield / Ulrich / Hammett)
  7. The Memory Remains (Hetfield / Ulrich)
  8. No Leaf Clover (Hetfield / Ulrich)
  9. Hero of the Day (Hetfield / Ulrich / Hammett)
  10. Devil's Dance (Hetfield / Ulrich)
  11. Bleeding Me (Hetfield / Ulrich / Hammett)
CD2
  1. Nothing Else Matters - (Hetfield / Ulrich)
  2. Until It Sleeps - (Hetfield / Ulrich)
  3. For Whom the Bell Tolls - (Hetfield / Ulrich / Burton)
  4. Human - (Hetfield / Ulrich )
  5. Wherever I May Roam - (Hetfield / Ulrich )
  6. The Outlaw Torn - (Hetfield / Ulrich )
  7. Sad But True - (Hetfield / Ulrich )
  8. One - (Hetfield / Ulrich )
  9. Enter Sandman - ( Hetfield / Ulrich / Hammett )
  10. Battery - ( Hetfield / Ulrich )

  • Garage Inc
  • Novembro 1998
  • Produzido por Bob Rock & Hetfield & Ulrich
  • "Covers e mais covers. Algumas excelentes canções - turn the page, whiskey in the Jar; e as habituais Last caress, so what, Am I evil? "

CD1
  1. Free Speech for the dumb - ( Morris / Wainwright / Molaney / Roberts )
  2. It's electric - ( Tatler / Harris )
  3. Sabbra Cadabra - ( Black Sabath )
  4. Turn the page - ( Seger )
  5. Die, die my darling - ( Danzig )
  6. Loverman - ( Cave )
  7. Mercyful fate - ( Shermman / Diamond )
  8. Astronomy - ( Pearlman / A. Bouchard / J. Bouchard )
  9. Whiskey in the jar - ( Traditional )
  10. Tuesday's Gone - ( Collins / Van Zandt)
  11. The more I see - ( Morris / Wainwright / Molaney / Roberts )
CD2

  1. Helpless - (Harris / Tatler)
  2. The small hours - ( Holocaust )
  3. The wait - ( Killing Joke )
  4. Crash course in brain surgery - ( Shelly / Bourge / Phillips )
  5. Last caress / Green Hell - ( Danzig )
  6. Am I evil? - ( Harris / Tatler )
  7. Blitzkrieg - ( Jones / Smith / Sirotto )
  8. Breadfan - ( Shelly / Bourge / Phillips )
  9. The prince - ( Harris / Tatler )
  10. Stone cold crazy - ( Mercury / May / Taylor / Deacon )
  11. So what - ( Exall / Culmer )
  12. Killing time - ( Sweet Savage )
  13. Overkill - ( Kilmister / Clarke / Taylor )
  14. Damage Case - ( Kilmister / Clarke / Taylor / Farren )
  15. Stone dead Forever - ( Kilmister / Clarke / Taylor )
  16. Too late too late - ( Kilmister / Clarke / Taylor )

  • Reload
  • Novembro de 1997
  • Produzido por Bob Rock & Hetfield & Ulrich
  • " Low man's lyric e unforgiven II"
  1. Fuel - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  2. The memory remains - ( Hetfield / Ulrich )
  3. Devil's dance - ( Hetfield / Ulrich )
  4. The unforguiven II - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  5. Better than you - ( Hetfield / Ulrich )
  6. Slither - ( Hetfield / Ulrich )
  7. Carpe diem baby - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  8. Bad seed - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  9. Where the wild things are - ( Hetfield / Ulrich / Newsted )
  10. Prince charming - ( Hetfield / Ulrich )
  11. Low man's lyric - ( Hetfield / Ulrich )
  12. Attitude - ( Hetfield / Ulrich )
  13. Fixxer - ( Hetfield / Ulrich )


  • Load
  • Junho de 1996
  • Produzido por Bob Rock & Hetfield & Ulrich
  • "Mudança completa na sonoridade Metallica. Algumas boas canções: mama said, king nothing, hero of the day"
  1. Ain't my bitch - ( Hetfield / Ulrich )
  2. 2x4 - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  3. The house Jack built - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  4. Until it sleeps - ( Hetfield / Ulrich )
  5. King nothing - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  6. Hero of the day - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  7. Bleeding me - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  8. Cure - ( Hetfield / Ulrich )
  9. Poor twisted me - ( Hetfield / Ulrich )
  10. Wasting my hate - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  11. Mama said - ( Hetfield / Ulrich )
  12. Thorn within - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  13. Ronnie - ( Hetfield / Ulrich )
  14. The outlaw torn - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )

  • Black Album
  • Agosto 1991
  • Bob Rock & Hetfield & Ulrich
  • "Mudança, álbum mais calmo, menos solos. Grandes músicas: the unforguiven, notting, roam, wolf,misery."
  1. Enter Sandman - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  2. Sad But True - ( Hetfield / Ulrich )
  3. Holier than thou - ( Hetfield / Ulrich )
  4. The unforgiven - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  5. Wherever I may roam - ( Hetfield / Ulrich )
  6. Don't tread on me - ( Hetfield / Ulrich )
  7. Through the never - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  8. Nothing else matters - ( Hetfield / Ulrich )
  9. Of wolf and man - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  10. The god that failed - ( Hetfield / Ulrich )
  11. My friend of misery - ( Hetfield / Ulrich / Newsted )
  12. The struggle within - ( Hetfield / Ulrich )

  • ... And justice for all
  • Agosto de 1988
  • Produzido por Metallica & Fleming Rasmunssem
  • "Grande álbum com grandes músicas: One, to live is to die, harvester."
  1. Blackned - ( Hetfield / Ulrich / Newsted )
  2. ...and justice for all - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  3. Eye of the beholder - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  4. One - ( Hetfield / Ulrich )
  5. The shortest straw - ( Hetfield / Ulrich )
  6. Harvester of sorrow - ( Hetfield / Ulrich )
  7. The frayed ends of sanity - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  8. To live is to die - ( Hetfield / Ulrich / Burton )
  9. Dyers eve - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )

  • Garage Days Re - Revisited
  • Agosto 1987
  • Produzido por Metallica
  1. Helpless - ( Harris / Tatler )
  2. The small hours - ( Holocaust )
  3. The Wait - ( Killing Joke )
  4. Crash course in brain surgery - ( Shelly / Bourge / Phillips )
  5. Last caress / Green hell - ( Danzig )

  • Master of puppets
  • Março 1986
  • Produzido por Metallica e Flemming Rasmunssen
  • "Mais um dos clássicos. Heavy metal puro. As minhas preferidas: master, sanitarium, thing."
  1. Battery - ( Hetfield / Ulrich / Hammet / Burton )
  2. Master of puppets - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  3. The thing that should not be - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  4. Welcome home ( Sanitarium ) - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  5. Disposable heroes - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  6. Leper messiah - ( Hetfield / Ulrich )
  7. Orion - ( Hetfield / Ulrich / Burton )
  8. Damage Inc - ( Hetfield / Ulrich / Burton / Hammet )



  • Ride the lightning
  • Agosto de 1984
  • Produzido por Metallica
  • "Para mim o melhor álbum de Metallica com a minha música para toda a vida: fade to black."
  1. Fight fire with fire - ( Hetfield / Ulrich / Burton )
  2. Ride the lightning - ( Hetfield / Ulrich / Burton / Mustaine )
  3. For whom the bells tolls - ( Hetfield / Ulrich / Burton )
  4. Fade to black - ( Hetfield / Ulrich / Burton / Mustaine )
  5. Trapped under ice - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  6. Escape - ( Hetfield / Ulrich / Hammet )
  7. The call of Ktulu - ( Hetfield / Ulrich / Burton / Mustaine )


  • Kill'em all
  • Julho 1983
  • Produzido por Paul Curcio
  • "Grande saudade do virtuoso do baixo chamado Cliff Burton e do divinal Anesthesia. Mustaine e four horsemen também fazem deste álbum sublime. Grande hino para os concertos chamado seek and destroy"
  1. Hit the lights - ( Hetfield / Ulrich )
  2. The four horsemen - ( Hetfield / Ulrich Mustaine )
  3. Motorbreath - ( Hetfield )
  4. Jump in the fire - ( Hetfield / Ulrich / Mustaine )
  5. (Anesthesia) Pulling teeth - ( Burton )
  6. Whiplash - ( Hetfield / Ulrich )
  7. No remorse - (Hetfield / Ulrich )
  8. Seek and destroy - ( Hetfield / Ulrich )
  9. Metal militia - ( Hetfield / Ulrich )