Autor: Agatha Christie
Ano: 1946
Editora: RBA Coleccionables 2008
Tradutor: Isabel Alves
Páginas: 259
Género: Policial
Nota: 7/10
[SINOPSE]
Lady Angkatell, intrigada pela mente criminosa, convida Hercule Poirot para uma festa de fim-de-semana na sua propriedade. Ao chegar a The Hollow, o detective belga depara-se com uma elaborada cena preparada para o seu divertimento – um médico encontra-se deitado numa poça de tinta vermelha, a sua tímida mulher encontra-se junto do corpo com uma arma enquanto os outros convidados parecem convenientemente chocados. Mas isto não é nenhuma charada. A tinta é sangue e o cadáver é real, transformando um agradável fim-de-semana num dos mais desconcertantes casos de Poirot.
Sangue na Piscina (The Hollow) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1946. A edição norte-americana saiu no mesmo ano sob o título Murder After Hours. Em 1951 estrearia nos palcos londrinos a peça baseada neste mesmo livro, adaptada por Agatha Christie. Foi também transposta para a televisão em 2003, contando com David Suchet no papel de Poirot.
[CRÍTICA]
Este, é dos melhores livros que li de Agatha Christie, até agora.
Um homem aparece morto ao lado de uma piscina, e a sua mulher tem uma arma empunhada, com a qual aparentemente o matou, numa cena que parece ter sido montada para a chegada de Hercule Poirot, a uma quinta, para a qual foi convidado a almoçar.
Poirot desta vez tem um papel um bocado à parte do desenlace do crime e do livro, apesar de com toda a sua perícia e inteligência, ir revelando alguns dos acontecimentos que aconteceram. A maior parte do livro e do desenlace do mesmo é protagonizado pelos vários convidados e moradores da quinta onde esta história se passa, e são eles que nos vão contando o que se passou.
Bom livro.
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